domingo, 26 de abril de 2009

Breves pesquisas na Internet sobre Software livre, direitos de autor e plataformas de gestão da aprendizagem



Segundo a definição da Free Software Foundation, Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. É o mesmo que falarmos de Open Source (Código Aberto), embora este fosse criado pela OSI. Os software livres mais conhecidos são os Sistemas Operacionais (ex: GNU/Linux), no que respeita aos Aplicativos, encontramos por exemplo, os Navegadores Web: FireFox, Konqueror e Google Chrome, os Processadores de texto: OpenOffice.org Writer e AbiWord, e por fim, Educação à distância a Moodle.
Lançado em 2001 por Lawrence Lessig, Creative Commons (CC) pode designar-se um conjunto de licenças padronizadas para a gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação. Com uma licença CC podemos utilizar obras de outros autores sem lhes pedir autorização. São perpétuas e gratuitas.
Em 1984, Richard Stallman inicia o Projecto GNU (General Public License), cujo objectivo é criar um sistema operacional livre, que qualquer pessoa teria direito de usar, modificar e redistribuir, através do código fonte do programa. É a licença com maior utilização por parte dos projectos de software livre.
Martin Dougiamas cria em 2001 o conceito Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Enviroment) é um software livre de apoio à aprendizagem. É um sistema de administração de actividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para aprendizagm colaborativa. O programa é gratuito e pode ser instalado em diversos ambientes (Linux, Unix, entre outros).

sábado, 25 de abril de 2009

O contexto institucional da UM


A internet tem evoluído muito ao longo dos tempos, e as instituições escolares são grandes beneficiadoras de tal. A UM não é excepção. Esta acompanha a evolução da internet que facilita o contacto entre docentes,alunos e funcionários da mesma. Há uma grande necessidade de comunicação constante entre todos os elementos da Universidade e para tal a UM adaptou-se, actualizando o seu sistema consoante o avanço da internet. Adoptou várias opções como a Iniciativa Campus Virtual, RepositoriUM, Laboratórios Virtuais e Repositórios de E-conteúdos (e-learning).
Uma oportunidade que a UM facilitou dentro do Campus de Gualtar e Azurém foi a implantação de uma rede Wi-Fi em todos os espaços da universidade. Também adoptou uma plataforma, designada actualmente por E-learning, onde os docentes transmitem informações da unidade curricular e os alunos suportam uma conta pessoal, a qual pode ser consultada a qualquer instante e lugar.
Por fim, um serviço bastante importante para os elementos da Universidade do Minho, o RepositoriUM criado em 2003 facilitou o acesso dos alunos à requisição e actualização de livros nas bibliotecas existentes em toda a universidade. Tem como principal objectivo armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual, reunindo num único local um vasto conjunto de publicações científicas.

Ambientes Virtuais


O termo software social foi popularizado em 2002 e, na sua forma mais usual, significa uma gama de programas de software baseados num funcionamento em rede. Os programas permitem aos utilizadores interagir e partilhar informações com outros utilizadores através de redes de relacionamento. Contudo nem todos os processos efectuados têm um propósito social, tal como os processos relacionais directos entre seres humanos. A finalidade destas redes poderá ser, além de pessoal, profissional. Assume definitivamente um papel de extrema importância nos dias de hoje! Esta mediação das comunicações por computador tornou-se muito popular através de sites sociais como o MySpace, Hi5 e o Facebook, de informação como o YouTube e sites comerciais como o Amazon.com e o eBay. Muitas destas aplicações possuem características que nos permitem enviar arquivos, organizar a informação, jogar, etc. Mais especificamente o termo software colaborativo (ou groupware) aplica-se a sistemas de informação partilhada (Wikipédia, por ex.) que permitem a edição colectiva de informação de forma natural e evolutiva através de uma tecnologia simples e acessível sendo, em geral, estritamente aplicado ao software que permite a utilização de funções de trabalho colaborativo (trabalho em grupo).

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Linha Temporal - EPIC 2014





quinta-feira, 23 de abril de 2009

É o melhor e o pior dos tempos


Baseados nos filmes “EPIC 2014”, “The machine is us” e no depoimento de José Saramago em “A janela da alma” perguntamos:“Será que estamos de facto no bom caminho? Será que este progresso, não representa antes um retrocesso? Não estaremos nós, como defende José Saramago, a tomar o mau caminho e a deixarmo-nos levar por uma “máquina” que nos empurra a todos na mesma direcção?”
Os mecanismos de suporte do conhecimento e da informação sofreram um incremento de proporções excepcionais com a popularização da utilização dos meios tecnológicos informáticos. A “escrita”, ferramenta por excelência, apanhou a boleia e retirou dela as maiores vantagens. A produção de informação atinge, nos nossos dias, uma quantidade incapaz de proporcionar uma assimilação eficiente e de suscitar no “consumidor” uma consciência crítica e liberta.
Numa primeira análise, é perfeitamente legítimo olharmos para o mundo virtual da internet e perspectivá-la como uma ferramenta extraordinariamente útil na esfera da comunicação e informação.Numa perspectiva mais aprofundada, o “EPIC 2014” mostra uma visão muito sinistra do futuro da internet, um futuro onde somos observados a todo o momento (retirando-nos a privacidade a que temos direito).
A evolução deste mundo sintético, desde 1989, a criação da World Wide Web (www) até aos dias de hoje, tem-se vindo a revelar numa profunda dependência do homem face à “máquina”. Tornámo-nos numa espécie de “netaholic”.É esta correlação, que não nos deixa abstrair deste sistema que nos empurra a todos numa mesma direcção.É necessário perspectivar este cenário por cima, para que nos consigamos abstrair deste sistema e assim ser possível olhar para esta máquina como algo que nos manipula e que nos retira autonomia e liberdade.
Um dos grandes paradoxos aqui presentes, diz respeito ao facto de que o poder que a máquina possui, é da nossa inteira responsabilidade. São milhares de indivíduos como nós que todos os dias alimentam a máquina, através da informação que, eles próprios, lá depositam. Parece que estamos na era em que a máquina deixa de estar ao nosso serviço e nós passamos a estar ao serviço “dela”.

Aqui estão alguns exemplos de filmes relacionados com a temática abordada acima:



segunda-feira, 6 de abril de 2009

O potencial da blogosfera


Os blogues podem trazer conteúdos e informações que, de uma maneira ou de outra, são mais “autênticos” que os meios de comunicação tradicionais. Esta forma de comunicação assíncrona, ou seja, que decorre de forma intermitente e com diferença temporal entre os participantes, traz a mais-valia de gerar condições acrescidas de reflexão, pesquisa e integração com outras fontes de informação, o que facilita a aprendizagem e construção de conhecimento.
A utilização do blogue como recurso ou estratégia pedagógica, deve sempre ser pensada como um instrumento para aprofundar, ou explorar, determinadas temáticas relacionadas com os mais diversos assuntos, devendo encontrar-se estruturado de modo a tornar-se inteligível e de utilidade imediata tanto para o professor como, e principalmente, para o aluno.
Os conteúdos seleccionados para os blogues com finalidade pedagógica devem constituir-se como material de aprendizagem suplementar para serem utilizados efectivamente em contexto educativo. Uma das muitas vantagens dos blogues prende-se com o facto de o aluno ser incentivado a adoptar uma postura activa, como produtor de conhecimento, procurando conteúdos e links de interesse, desenvolvendo actividades propostas e tentando publicar documentos que podem e devem contribuir para o alargamento do seu conhecimento e dos seus colegas. Porque, mesmo mergulhados na existência de uma grande quantidade de informação como a presente na blogosfera, a informação somente se traduz numa mais-valia se for possível transformar a sua utilização em formas de conhecimento.
Nós, utilizadores da Internet, estamos a mudar a natureza da era da informação. Enquanto criadores/consumidores de conteúdos, caminhamos para uma nova democracia digital à escala mundial. Este novo sistema está a mudar a nossa percepção das coisas e do mundo, está a mudar a maneira como nos vemos a nós próprios.
A blogosfera é um mundo de produtividade e inovação que ainda está no começo. Milhares de mentes, que sem esta ferramenta provavelmente ficariam na escuridão e enclausurados no seu próprio mundo, podem agora contribuir para a sociedade global do conhecimento, sendo os blogues uma das muitas ferramentas existentes para nos ajudar na construção de um conhecimento global.
 
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